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UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA

Quem vê a Juventude e a força de Anahy, pode ficar pensando que uma Cidade assim, não tem passado.
Grande engano, um povo sem memória não teria a força necessária para arrancar desenvolvimento tão grande em tão pouco tempo. Povo sem memória é povo sem passado e, portanto, sem experiência adquirida para viver o presente e planejar o futuro.
Não foram o acaso ou sorte os construtores de Anahy, muito pelo contrário, nossos pioneiros enfrentaram uma árdua luta econômica social e cultural, somada ainda as duras condições de vida numa terra inexplorada e distante dos grandes centros. As lembranças do passado, foram transmitidas de geração à geração e deram sustentação necessária para que os problemas fossem enfrentados e vencidos pela nossa gente. Hoje a realidade é outro. Anahy é uma cidade ainda em construção mas já superou seus principais desafios, mas o mundo é dinâmico e em constante mutação e assim novos questões se apresentam e requerem uma resposta especialmente dos poderes constituídos no nosso caso Executivo representado pelo prefeito e Legislativo através dos vereadores legítimos representantes da população.É com nível de maturidade política e elevado consciência política que a Câmara de vereadores de Anahy por seu Presidente e seus vereadores tem pautado sua atuação parlamentar contribuindo para que o município continue trilhando o caminho do desenvolvimento. Neste espaço resgatamos um pouco da história do Município, seus aspectos políticos, culturais e sociais, com o objetivo de trazer a memória e manter sempre viva a trajetória de nossa gente, as dificuldades, sonhos e conquistas.
É um pequeno resumo da história e o registro dos primeiros momentos do Município de Anahy, que deve servir como motivo de orgulho, mas principalmente, como alavanca para o futuro, evitando retrocessos.


RETROSPECTO HISTÓRICO

A história de Anahy está ligada à cultura cafeeira e a fertilidade de suas terras.
A COBRINCO - Companhia Brasileira de Imigração e Colonização, era a colonizadora das terras. O primeiro nome dado a localidade, em 1.959, foi Pingo de Ouro, mas o nome foi mudado em homenagem a uma das filhas do gerente da Companhia que tina o nome de Anahy.
O Município de Anahy foi colonizado por duas frentes: Sulistas e Nortistas. Sabedores da fertilidade da terra e em busca de um futuro melhor, no ano de 1.950, chegou aqui um dos primeiros pioneiros: o Senhor Ricardo Pfeffer, juntamente com sua esposa Matilde Hake Pfeffer, que adquiriram da COBRINCO, 13 alqueires de terras, e passaram a dedicar-se ao plantio de café.
"Conta o Srº Ricardo, que quando abria picadas no mato, passava em um rio em que havia muitos porcos do mato, então matou dois deles, e a partir daí, o rio passou a ser chamado de Rio dos Porcos".
Ainda desabafa: "Era um tempo difícil, mais deixou saudades".
Em 1.955, chegaram novas famílias, vindas de Minas Gerais e São Paulo, as famílias de Antonio Felisberto, Sebastião Miguel e Antonio Mazzocatto, que fixaram residência em Anahy. As primeiras casas de comércio estabelecidas em Anahy, foi no ano de 1.959, que pertenciam aos Srs. Antonio Mazzocatto, José Guerra e a Pedro Ladaniski, neste ano houve uma seca muito grande, e a agricultura sofreu muito com isso.
Demonstrando grande religiosidade e fé, Srº Ricardo, juntamente com os demais colonizadores, construíram a primeira Capela em louvor a Santa Ana, padroeira da Cidade.
Contam-se que Antonio Mazzocatto, se apaixonou por Ana, filha de José Guerra, a qual era muito religiosa, mesmo não se casando com Ana, Antonio em homenagem a ela, atribuiu a Padroeira do local o nome de Santa Ana.


BREVE HISTÓRIA DA PADROEIRA DO MUNICÍPIO

Ana e Joaquim possuíam certa fortuna que lhes proporcionavam uma vida folgada. As suas rendas anuais dividiram-no em três partes, das quais duas, destinavam aos pobres e a Igreja, e uma parte reservavam para seu sustento.
Muito se afligiram por não terem um filho, Joaquim e Ana vivam em constante oração, para alcançar a graça de ter filhos, aconteceu que um dia por intermédio de um anjo, teve a seguinte revelação: "Joaquim, sua oração foi ouvida, um filho te será dado, a quem darás o nome de MARIA", desde a sua infância será consagrada a Deus, e cheia do Espírito Santo, e será a Mãe de Jesus. Santa Ana, teve uma revelação idêntica. Assim a lenda, o que nela há de verdade não sabemos, sabemos com certeza que Santa Ana é a mãe de Maria Santíssima.
No dia 26 de JULHO é comemorado o DIA DA PADROEIRA - Feriado Municipal instituído pela Lei Municipal no 023, de 13 de abril de 1993.

ASPECTOS CULTURAIS

PRINCIPAIS FESTAS E ATIVIDADES CULTURAIS DO MUNICÍPIO

*Dia 11 de Junho - Feriado Municipal em comemoração a Emancipação Política Administrativa instituído pela Lei Municipal no 023, de 13 de abril de 1993 (Estabelece os Feriados Municipais).
*Dia 26 de Julho - Feriado Municipal em comemoração ao Dia Consagrado a Santa Ana, FESTA DA PADROEIRA do Município.
*Dia 06 de Janeiro - Festa de Reis


ASPECTOS POLÍTICOS

O primeiro Prefeito de Anahy foi eleito em 03 de outubro de 1.992, juntamente com o Vice e mais 09 vereadores empossados no dia 1º de Janeiro de 1.993, para mandato de quatro anos, constituindo-se assim os poderes Executivo e Legislativo, data que oficialmente o município de Anahy foi instalado. O município de Anahy foi criado através da Lei Estadual no 9292, de 11 de junho de 1990.


SÍMBOLOS MUNICIPAIS

Instituído pela Municipal no 016, de fevereiro de 1993.

São Símbolos Municipais de Anahy:

a) O Brasão Municipal;
b) A Bandeira Municipal;
c) O Hino Municipal;


BRASÃO


O Brasão de Armas está encimado pela Coroa Mural de oito torres em com amarela, das quais são visíveis apenas cinco, em perspectiva do desenho iluminado sua pontas em vermelho.
O campo do Brasão de Armas está assim dividido:
Em sua parte superior dois quartéis e um escudete.
No primeiro quartel à esquerda vemos desenhados uma área com matas, sinais de desmatamento, inicio de plantações, representando assim o início da colonização, e a formação da Comunidade Anaiense.
No segundo quartel a direita, vemos desenhados uma sala de aula com um Mapa do Estado do Paraná, o Globo terrestre, livros, tinteiro e pena, que representa a parte cultural a Educação e Cultura.
No escudete ao centro da parte superior, temos o desenho da imagem de Sant?Ana, a Santa padroeira do Município de Anahy.
Ao centro dividido o campo do Brasão de Armas, temos linhas sinuosas em cores azuis, simbolizando a hidrografia e o Município de Anahy representando os Rios: Piquiri, Sapucaí, dos Porcos e muitos outros córregos e riachos que irrigam as férteis terras do território Municipal.
Na parte inferior do Brasão de Armas temos dois quartéis, sendo à esquerda desenhados Campinas e campos com duas cabeças de gado (boi) e uma cabeça de um suíno (porco), representando a rica Pecuária do Município.
À direita no quartel, temos um trator e um homem do campo, cultivando suas terras para o plantio da rica agricultura existente no território Municipal, pois mais de 70% das terras são mecanizadas, tornando o município de Anahy, um dos grandes produtores de safras agrícolas da região, abaixo, um capacete que simboliza o comércio no Município.
A coroa mural que sobrepõe, é o símbolo universal dos brasões de domínio, que sendo em cor amarela com oito torres das quais apenas cinco são visíveis em perspectivo, classificam a Cidade, representada na terceira grandeza, ou seja, a Sede do Município, e a luminária em cor vermelha é condizente com os predicados próprios dos pioneiros, desbravadores e dirigentes da comunidade.
Nos ornamentos exteriores, vimos um pé de milho, galhos de feijão e ramos de café, soja e trigo, estas plantas frutificadas ao natural e oriundos da terra dadivosa e fértil, representam o esteio da economia do Município de Anahy.
No listel em vermelho inscrito ao centro topônimo ANAHY, ladeados pelos algarismos e milésimas: a esquerda 11.06.1990, Dia, Mês e Ano da Criação do Município e a direita 01.01.1993, Dia, Mês e Ano da Emancipação política e Administrativa do Município de ANAHY.


HINO

Letra: Maestro Sebastião Lima e José Carlos Pereira

Neste solo gentil dadivoso
Onde outrora o café imperou
O pioneiro com seu braço forte valoroso
O agreste sertão desbravou
Na clareira do mais puro encanto
A capela de Sant"Ana se ergueu
e anunciando o progresso ao recanto
Anahy majestosa nasceu

Na lavoura a magia singela
O algodão canta um hino de amor
Com o milho e a soja tão bela
Revezando com o trigo em flor
Qual presentes da mão natureza
A irrigar as riquezas daqui
Correm rios da mais alva beleza
Irmanados ao rio Piquiri

Tuas portas estão sempre abertas
Acolhendo com carinho e afeição
Todo aquele que procura rotas certas
aqui encontra abrigo e união
Anahy és um exemplo seguro
A inspirar este povo gentil
No labor construindo o futuro
E a grandeza do nosso Brasil